"O que é que o Amor tem que ver com Roma?
Senão a troca literal de letras
Senão a praça italiana onde te amei
Onde de tanto te amar, me perdi
Onde de tanto me lembrar, me esqueci
Não, já não sou a mesma
Que de tanto ser, nunca fui
O que era em Roma, nunca serei
Talvez porque nem sequer tenha sido
Onde de tanto te amar, me tenha esquecido
O que em mim havia sentido
Sentimentos puros, razão obscena
Roma cidade do meu Amor
Onde o encontrei através de desencontros
De almas perdidas em ruas estreitas
Que falavam de Amor sem dizer uma só palavra
E falo de uma vida que foi vivida e esquecida
Que hoje vive, se viver numa gaveta
Que de sete chaves se tranca
Onde as memórias, recordações
Se misturam com as duvidas da sua existência
Onde Roma tinha tudo que ver com o Amor
Sem ser a troca literal de letras…"
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Anagrama.
ResponderEliminarQue farei eu com Veneza?
sabe que os anagramas ainda são primos dos acrósticos?
ResponderEliminarsabe que o seu nome (deveras pessoano) se presta bastante a isso?
sabe que vou tentar dedicar-lhe um (se a tanto me ajudar o engenho e a arte...)?
por ser natal... se me visitar encontrará uma fábula que lhe é dedicada.
ResponderEliminarNunca mais é domingo outra vez...;)
ResponderEliminaramanhã é domingo...
ResponderEliminarOlá Teresa! Novo ano, blogue novo, aqui:http://newbeginningspoetry.blogspot.com/
ResponderEliminarAparece na minha nova casa :)