quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

O acróstico prometido José Luís Borges

Jarras de pura poesia
Olham de iluminação
Sofrem de tais vivências
Ébrias de tanto coração

Louco é o poeta
Um ávido de palavras
Ínclitas de sublimação
Soltas de elocução

Bebem-se à mesa fábulas
Obrigadas a não se completarem
Recebem-se os incertos
Garridos de grafemas
Encontrados em poemas
Sem haver livros abertos.

2 comentários:

  1. teresa,
    o meu comentário ter-se-á perdido... ontem deixei-o aqui, mas volto a repetir:

    e mais uma dívida saldada, está a ver?
    gostei muito. obrigado.

    (e confesse que até é divertido e estimulante escrever acrósticos...)

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