Jarras de pura poesia
Olham de iluminação
Sofrem de tais vivências
Ébrias de tanto coração
Louco é o poeta
Um ávido de palavras
Ínclitas de sublimação
Soltas de elocução
Bebem-se à mesa fábulas
Obrigadas a não se completarem
Recebem-se os incertos
Garridos de grafemas
Encontrados em poemas
Sem haver livros abertos.
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teresa,
ResponderEliminaro meu comentário ter-se-á perdido... ontem deixei-o aqui, mas volto a repetir:
e mais uma dívida saldada, está a ver?
gostei muito. obrigado.
(e confesse que até é divertido e estimulante escrever acrósticos...)
A poeta que falta aos domingos....:)
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