quarta-feira, 28 de abril de 2010

Azáfama

Por meio de conferências, escolas, alunos, visitas de estudo, esplanadas, ginásio, trabalhos e relatórios além de me sentir cansada sinto que o meu dia devia ter 48h, mas não tem, infelizmente não tem.
Tenho descuidado o blog, mas não a poesia, a leitura, a música...
E tenho escrito ao domingo, porém de lápis sobre o papel.
Quem me tem andado a influenciar são os sensuais Karamazov, especialmente Mitia.

A meu amor

Meu amor queria eu dizer-te tanto,
Mas meu peito acolhe o pranto
Do sofrimento efémero juvenil
E me faz sentir cada vez mais vil.

Vil ser nefasto se apodera de mim
E teu coração bonito não merece
Que eu me dê a tal afecto
Que da tua ternura carece.

Mas eu, meu amor, te esquecerei
Nada mais quero que o teu bem
Que te não esqueças deste amor

Embora queiras outros e os ames
Eu de minha parte, assim, farei também
Mas nunca com tal ditame ardor.


Bem hajam...

2 comentários:

  1. Um regresso a celebrar:

    "não tenho nada contra a poesia
    mas é mais útil a limpeza a seco"

    Fernando Assis Pacheco

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